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Estética gengival, cada vez mais essencial à harmonia do sorriso.

Os tratamentos para transformação de impacto do sorriso são cada vez mais comuns. Popularizados por atistas e famosos através de técnicas como a lente de contato dental, são conhecidos pelas modificações intensas na cor e forma dos dentes. Mas o que pouca sabe é que procedimentos com próteses dentárias fixas utilizam-se da mesma lógica utilizada nas facetas dentárias laminadas. Isto, até agora.

Entre os procedimentos pouco lembrados – porém essenciais – para otimizar os resultados estéticos com próteses dentárias fixas e laminados cerâmicos está o alinhamento gengival, um procedimento cirúrgico ou induzido por provisórios dentários cujas indicações vão além da melhora estética do sorriso. E para entender a importância deste assunto, conheça um pouco mais sobre este tratamento que tão esquecido e indispensável aos procedimentos com dispositivos protéticos fixos.

Alinhando gengivas em contato com próteses dentárias fixas.

É bastante comum, ao término de tratamentos com prótese dentária fixa em porcelana, a frustração dos pacientes com a falta de harmonia no alinhamento das gengivas. Mesmo procedimentos mais sofisticados com porcelana pura ou zircônia, os dois materiais mais estéticos disponíveis para confecção de coroas protéticas, são afetados diretamente pela não observância da forma e contorno gengival.

As técnicas para alinhamento gengival são essencialmente cirúrgicas. Procedimentos com provisórios dentários podem, até certo limite, condicionar os tecidos gengivais em busca de pequenas mudanças na sua forma e extensão. Entretanto, para casos mais severos de desalinhamento, somente os procedimentos cirúrgicos – como a gengivoplastia e gengivectomia – produzem resultados satisfatórios e definitivos.

O momento ideal para alinhar as gengivas em contato com próteses dentárias fixas é anterior ao início do tratamento. Na maioria dos casos, é necessário aguardar até 60 dias para que a cicatrização dos tecidos gengivais dêem-se de forma estável e passível de moldagens. Já os casos com implantes dentários, que exigem procedimentos mais complexos que podem incluir o enxerto de gengivas, uma espera de até 120 dias é sugerida para otimizar ainda mais os resultados estéticos finais.

Gengivoplastia e gengivectomia. 

A gengivoplastia e a gengivectomia são dois procedimentos básicos da cirurgia plástica gengival. As diferenças entre as técnicas interessam mais ao dentista especialista em periodontia, o qual divide-as de acordo com o emprego estético ou funcional (saúde) do tratamento. Para o leitor leigo no assunto, a distinção entre elas não faz muito sentido.

A gengivoplastia é uma técnica com fins estéticos que pode exigir, além do recorte das gengivas, a remodelação do osso que suporta os tecidos gengivais. Realizada em uma única consulta, pode ser realizada sobre um único dente ou em grupos – a que envolve os seis dentes anteriores é a mais comum e padrão para tratamentos estéticos de impacto.

Existem, porém, alguns cuidados a serem tomados com este tipo de plástica gengival. Além dos exames radiográficos necessários para avaliar a condição das raízes dentárias e o limite da coroa dentária, é preciso compatibilizar o pós-operatório cirúrgico para evitar surpresas com os cuidados e restrições sociais e de alimentação que costumam acompanhar o período posterior ao procedimento.

A recuperação da gengivoplastia depende da extensão da cirurgia e remoção óssea durante o procedimento – quando esta existir. Fatores de cicatrização pessoal também podem interferir na velocidade com que as gengivas recuperam seu aspecto inicial, aparecendo livres do vermelhidão e inchaço que costumam estar presentes entre o segundo e quinto dia da cirurgia.

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